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Acabei de passar por uma experiência que me fez refletir sobre como tratamos nossos clientes. Fui ao Shopping Ibirapuera e, na saída com o carro, a catraca subiu e desceu sem eu passar. Apertei o botão do interforne, à medida que começou a formar-se aquela fila atrás de mim - uma sensação constrangedora. O atendente disse "já vou enviar alguém aí para resolver o problema".
Enviou "alguém" que já me olhou como se eu fosse bandido. "Vou precisar ver o seu recibo para confirmar que o senhor pagou".
Por sorte, tinha guardado o recibo no bolso e pensei "ufa, agora posso ir embora". Ledo engano: "por favor, encoste ali ao lado para eu verificar na máquina o que aconteceu". Ebravejei mas não houve jeito.
Depois uns 10 minutos, ele veio me informar que poderia dar a volta no estacionamento que ele liberaria a minha saída. Já nervoso, pedi o recibo de volta para escutar que ele não podia me dar pois tinha que provar que eu tinha pago. Aí fiquei irado!!! Paguei o estacionamento e ainda tive que aguardar 15 minutos para sair.
Afinal, como o Shopping Ibirapuera trata os seus clientes? Ou como qualquer establecimento os trata? Em princípio, são considerados desonestos ou são confiáveis?
Não deve ser fácil fidelizar uma clientela quando os vemos como bandidos até que se prove o contrário. E talvez seja uma atitude fácil de mudar, quando se quer!
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