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Alckmin, o coadjuvante camarada |
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Por Rubilota
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Tem gente que se presta a tudo, ou nada. Ou simplesmente não presta pra nada mesmo a não ser a se dispor a ser manipulado feito uma joguete na mãos de quem sabe jogar com mais astúcia no malabarismo político. Ou seria perversidade?
Esse é o caso do agora secretário de alguma coisa, Alckmin. Na campanha eleitoral passada ele foi varrido do mapa paulistano por José Serra pra que Kassab pudesse ser eleito.
Serra colocou o PSDB contra ele. Agora, com a promessa de fazê-lo novamente governador do Estado, eis que Alckmin, sempre no papel de coadjuvante das benesses alheias, topa entrar no jogo, como se soubesse jogá-lo, como os demais.
E aí eu pergunto: se Alckmin jogasse futebol americano, você lançaria uma bola longa pra ele romper contra os bruta montes e chegar à linha final? Deixaria ele bater o penalti a favor do seu time aos 44 do segundo tempo? Passaria a bola pra ele fazer o arremesso de três pontos quando faltassem 5 segundos pra acabar o jogo final contra o Lakers?
Se você respondeu não a todas as questões, Alckmin está certo em aceitar o cargo.
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