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Como
está escrito na foto ao lado, saiu na Contigo! (isso mesmo, assim
com exclamação). Saiu na Contigo! (vou continuar escrevendo com
exclamação, pois eu estou embasbacado assim a exclamação do nome
da revista me ajuda aliviar a minha consternação), que a Suzana
Vieira não chorou pela morte do marido, que até mandou-lhe um 'já
vai tarde' simbólico. Que ele é um crápula.
Quem
era esse cara? O que de interessante ele fez da vida, além de casar
com uma atriz que poderia ser a sua mãe? Não que eu seja do tipo
completamente retrógrado, que ache impossível amor fora de certos
padrões. Mas também não é que deixo de torcer o nariz para algo
assim, afinal de contas, o que ele tinha pra compartilhar com a sua
recém enviuvada mulher? Ela mesma fala na entrevista que cuidava
dele; ué, se quer mais um filho adota, mas não casa!
Tirando
a minha escrotidão de lado, fico profundamente desconfiado dos que
saem de 'balada' com os seus filhos, afinal de contas, ele são
filhos, não companheiros de farra. Bom, tirando a enxovada
stilettana na Suzana Vieira, não é exatamente sobre isso que eu
queria falar; na verdade é sim, mas não só sobre isso, eu estava
em busca, sim, de uma parábola através da Suzana Vieira.
Que
raios, me importa, ou importa a qualquer pessoa o que a Suzana Vieira
está fazendo com o ex-marido dela? Ela está participando de algo de
um interesse real? Novela, peça ou algo assim? Ou ela simplesmente
está sofrendo de uma doença cada vez mais comum no Brasil dos BBBs?
O 'celebritismo'. Celebritismo que vive da scandalogia, como aquele
cara loiro meio mal caráter do BBB VI -opa, sem algarismo romano,
porque o pessoal tem dificuldade em lêr- BBB6 (se é que foi nesse
número mesmo) alguém ouviu falar dele depois que ele brigou com a
namorada da casa (essa eu lembro o nome dessa porque era nome de
deusa egípcia - Ísis)?
(To
achando que eu errei o nome da menina aí em cima, melhor, assim eu
chego no ponto logo). Ta vendo como é totalmente desinteressante? Eu
prefiro a Ísis, com o Horus, o Rá e o Set; a todos esses 'falsos
deuses' que se julgam importantes só porque alguém disse, algum
dia, que assim o eram. Prefiro a ficção, ou uma realidade
fcccionada, uma boa biografia, contada por alguém que sabe contar
histórias, que fez pesquisa, mas sentou e escreveu, que pensou na
forma.
Não
essa coisa empastelada, essa pose ridícula de Tia velha de biquíni
que a Suzana Vieira está fazendo na foto. Se eu quero me deprimir,
sentir vergonha alheia, eu viajo com aquele primo que tem a mãe sem
noção (todos temos alguém assim ao nosso redor), e vejo tudo isso.
Não preciso da Sonia Abraão, muito menos da Suzana Vieira que se
prestou ao ridículo dessa entrevista e dessa foto, que saíram na
Contigo!
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