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Saiu o esperado estudo anual do IMD suíço, considerada a melhor escola de gestão do mundo, sobre os países, gestão da economia e desenvolvimento econômico. Foram avaliadas 55 economias, 331 critérios diferentes confrontados com 52 associações de dados similares. Ou seja, um estudo pra lá de importante. Como esse Stiletto é, digamos assim, desaforado, prepotente, astuto e investigador, a informação aqui publicada é exclusiva. Portanto, se o Estadão ou a Folha, ou a Exame publicarem nos próximos dias, você, que não dorme de touca, já leu aqui em absoluta primeira mão. Será que vão citar a fonte? “Originalmente publicado no Stiletto”, duvido muito.
Bom, mas e o estudo? Ele trata de diagnosticar como anda a economia mundial. Atentemos ao Brasil, nosso torrão. Na América do Sul, nosso potencial está escancarado para crescer, mas ainda tomamos pau do Chile e, grata surpresa, do Peru. Los hermanos queridos estão a caminho do que vem depois do fundo do poço, segundo o estudo do IMD. Estados Unidos, Singapura e Hong-Kong dominam quase tudo, dos índices econômicos à eficiência dos negócios, à gestão do governo. Vamos desfiar os três itens para o leitor. Na economia, os EUA receberam nota 100, Singapura 99 e Hong-Kong 94. O Brasil pulou de 49 no ano passado para 43 agora, superado pela Colômbia (41), Peru (35) e Chile (26).
Mas o grande salto brazuca no estudo da universidade suíça foi mesmo à questão da “eficiência dos negócios”. O Brasil foi da posição 40 em 2007 à posição 29, agora. Mas o estudo é bom mesmo pra nós? Não. No quesito de avaliação Desempenho de Governos, Hong-Kong ficou em primeiro, os Estados Unidos apenas em oitavo e o Brasil, hummm caminhou da posição 54 para a 51. Vai ver é porque esse é o número cabalístico de uma certa cachaça.
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