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Rubilota
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Por Rubilota
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Havia tempos um brasileiro não vencia uma corrida de F1 em Interlagos e naquele ano de 1990, Ayrton Senna já era o senhor da velocidade, bólido da McLaren em sua eterna disputa nas pistas e nos bastidores com Alain Prost.
Um ex-colaborador do regime nazista, o francês Balestre, era uma espécie de Ricardo Teixeira da Fórmula 1, aboletado que estava havia anos na direção da FIA. Balestre desafiava Senna que desafiava Balestre.
Senna peitava a equipe, toda ela européia, mandava a FIA pra aquele lugar e batia recordes de póles nas pistas do mundo. O Brasil delirava e a audiência da transmissão de F1 pela Globo batia índices inimagináveis para o horário. E Senna, o novo herói nacional. O campeonato chegava ao fim e a cidade de São Paulo, meca histórica do automobilismo, recebia de volta o seu GP em Interlagos.
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Por Rubilota
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Ele tentou 3 vezes. E 3 vezes foi rejeitado. Não faltaram padrinhos do porte de Paulo Francis, Ivan Lessa e editores de semanais, mais amigos que propriamente admiradores. Mas, vá lá, o que custa dar uma forcinha. Jornalismo e publicidade é assim mesmo. Mas nada de emplacar. Tiragem mixuruca, donos de editoras desconfiados, nem o esquemão "revista-jornal-rádio-TV" funcionou, muito menos o tal tesoura-press, aquele em que na redação nada ou pouco discute e manda publicar e tá acabado! No Manhatan Connection, o pouco que fala é incompreensível. Diz-se que as presenças do Caio Blinder e Lucas Mendes o inibem.
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Continua...
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Por Rubilota
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A
inevitável luta de classes pública que ia acontecer mais cedo ou mais
tarde está nas bancas. E em forma de artigos na página 3 do jornal
Folha de São Paulo. De um lado, o menino branco e rico que diverte e
alimenta as revistas mundanas e de fofocas, abrindo sua intimidade e de
sua família aos que desejarem conhecê-la nas páginas de revistas ditas
de celebridades. De outro, a chamada cultura de periferia, cuja
celebridade está inoculada no fato de aparentar “estou nem aí”, mas que
não dispensa uma mãozinha da mídia pra dar uma valorizada no capital
intelectual.
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Continua...
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Por Rubilota
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Coronel Renanzinho, meu cabra macho, arretado, papa-chibé, comedor de
jirumum, tomador de leite de cabra direto nas tetas e fi duma égua das
boas. Saí daí não. Agora que eu vi dona Monica, coronelzinho subiu no
meu conceito. Manda esse mangote de baitola limpar o fiofó com folha de
urtiga pra ver o que é bom pra tosse.
Saí daí não! Benção, coronel.
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Por Rubilota
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Caro senador, o senhor é um canalha. Sem caráter, sem personalidade, sem brio, sem postura, sem vergonha na cara, sem medo de ser igual à raça política a que pertence.
O senhor herdou 10 milhões de votos porque ofereceu aos seus eleitores um projeto de defesa dos interesses democráticos. Mas o senhor é um canalha, e os fraudou.
O senhor não foi à votação para cassar Renan. Omitiu-se porque é um canalha. Saiu-se com aquele papo de “nem culpado, nem inocente”. Haja canalhice especial para declarar um não voto. Mas o que fez o senhor uma semana depois, jogando pra imprensa e pra platéia de otários que ainda julgam ter o senhor algum vínculo com a moral? Pediu a saída de Renan. Canalha! Mil vezes canalha!
Enterre-se vivo, senador Mercandante. Na lustrosa lápide, eu escreverei: “aqui jaz um canalha”.
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Por Aurelio
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Hoje celebramos aqueles indivíduos que são conhecidos como velhos. Dia do Velho. Dizem que velho é aquele indivíduo que não se lembra mais o que estão comemorando nesse dia e esqueceu se tem mais rugas porque é experiente ou se é mais experiente porque tem mais rugas. Hoje em dia isso é uma bobagem e até mesmo as rugas nunca determinaram idade. Rugas... as temos desde que nascemos, embora não explícitas; e idade deixou de ser cronologia para ser um estado de espírito, uma consciência. Hoje em dia cabelo branco é charme!
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Continua...
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Por Rubilota
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Tasso Genro gosta de um bom tinto e de uma massa com pescado fresco. Entediado com a vida de fofocas e futricas brasilianas, foi repousar da marola árida em MonteCarlo. O pretexto é Cacciola, que lá está preso.
Mas o nobre ministro é marrudo, e quer ele mesmo ver o preso e checar junto às autoridades do Principado pra saber se o cara vem ou não. Mas MonteCarlo, ahhh que vida divina, aquela cidade ahhhhh... que cidade, que maravilha, que gente linda, restaurantes, cassinos, aquela vista que pega todo o ancoradouro de iates milionários, aquelas modelos de peitinho miúdos tomando sol ahhhh…..como é bom ser ministro, como eu amo La Dolce Vita…
É isso aí Tassão!
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Por Rubilota
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Sinta
a cena. O recém-incorporado policial do Rio de Janeiro vai numa
diligência e se depara com um bandido que até se entrega. Mas exige uma
condição no mínimo específica para rendição. “Benzinho”, diz ao
policial, “já estou todinho entregue pra você, mas falta uma coisinha
pra deitar o trezoitão”. O jovem policial sabe que prender um bandido
famoso poder ser importante pra quem tá em início de carreira na
gloriosa Polícia do Estado. Hesita um pouco, mas depois quer saber do
bandido, afinal, qual é a exigência. O malaco responde na lata: “me dá
uma mordida completa, dessas que deixam a marca de todos os
dentes….vem, morde aqui no ombro gordinho tá”.
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Por Rubilota
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O
nome do lindo que deu um golpe nos cofres do governo de 1 bilhão e 600
milhões de reais chama-se Salvatore. Não salva nada, mas pode enterrar
muita gente de penugem escura, bico colorido e pompa de salvador da
humanidade. O capo, italianíssimo, ex-dono de bancos de investimento no
Brasil, agiu em fina sintonia com o Banco Central do Brasil,
subordinado ao Ministério da Fazenda. Há uma polvorosa instalada nos
ninhos tucanos. Se Cacci falar, o ninho desaba. Ou melhor, espera-se
enorme revoada, já que tucano não enfrenta, prefere se aliar. Se uma
CPI pra investigar essa fraude for instalada, sugiro um nome pra
presidente: Tasso Jereissati. Será que topa?
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