Home arrow Lucas Zelaznog 29 de julho de 2010
Menu Principal
Home
Albino
Aurélio
Chico
Ferrarista
Lamberto
Lucas Zelaznog
Magoo
Mussum
Rubilota
Stiletto Jr.
Wolfgang
Enquetes
O nome José Sarney:
 
Assine Nossa Newsletter






Lucas Zelaznog
Oba!ma PDF Imprimir E-mail
Por Lucas Zelaznog   

obamaSomente um fato drasticamente marcante poderia me fazer sair de um necessário período de férias dos teclados. A vitória de Barack Obama nas eleições presidenciais dos Estados Unidos significa muito mais do que uma transição do pensamento republicano ao democrata.

É o rompimento com o modelo irresponsável de política internacional, com a falsa sensação de liberdade e democracia que o povo americano acredita viver, e com a idéia de hipocrisia do velho Império.

Continua...
 
Perguntas Sem Respostas 4 PDF Imprimir E-mail
Por Lucas Zelaznog   

horario_politico1. Até quando os especuladores vão agir livremente nas bolsas de valores em todo o mundo, se todos sabem quem eles são?

2. Até quando Nelson Jobim e Jorge Armando Félix vão continuar se comportando como dois alunos de ginásio?

3. Até quando será permitido aos candidatos a cargo público no Brasil confundir eleitores no horário político?

4. Até quando teremos de aturar a obrigatoriedade do horário político?

 
De que lado você está? PDF Imprimir E-mail
Por Lucas Zelaznog   
justica_jHá dezenove anos, o Muro de Berlim era triturado a golpes de marreta. Dois anos depois, mais uma cortina caía, com o fim da União Soviética. Para muitos, os principais fatos que apontaram para a derrocada do Comunismo. Setenta e nove anos nos separam do Crash em Nova York. Semana passada, Wall Street temeu por uma reprise. O que estes fatos têm em comum?

Provavelmente a certeza de que não há um regime que garanta o avanço equilíbrado entre economia e sociedade. É bem provável que o livre mercado se aproxime mais de uma teórica perfeição nesse sentido, haja vista suas leis determinarem o sucesso ou o fracasso, dependendo da competência e do mérito.
Continua...
 
Time For Fun PDF Imprimir E-mail
Por Lucas Zelaznog   

concert_madonnaQuando soube que Madonna voltaria ao Brasil, decidi não perder a oportunidade. No início dos 90, ela esteve aqui quase que ao mesmo tempo que Michael Jackson e o trouxa, pelas limitações orçamentárias, optou pelo ET, em um show esquisitíssimo como ele. Me arrependi. Agora seria diferente, pensei.

À meia-noite em ponto - horário de início das vendas pela internet -, entrei. O tempo ia passando e o desânimo chegando. Mais de 200 shows nas costas, de todos os gêneros, e sem a mesma paciência de antigamente, fui dormir.

Acordo com a ligação de uma amiga que aguardava a abertura das bilheterias perguntando se eu queria ingressos. Afirmei que sim, sem bobear. "Garanta ao menos dois para mim", pedi a ela. Uma hora e meia depois, recebo outra ligação. Era ela, chorando. Havia apanhado de cambistas, os mesmos que detêm a maior parte dos ingressos da maior parte dos espetáculos imperdíveis que acontece nas capitais.

Por essa razão, decidi que não perderei mais meu tempo com eventos organizados no Brasil. Aqui a malandragem impera e o respeito ao consumidor vai para o esgoto. Acredite: sai mais barato um final de semana em Buenos Aires com ingresso popular para o show de Madonna do que comprar um lugar VIP no Brasil por meio de um cambista. Além disso, dá pra adquirir um montão de Blue Rays e CDs da cantora com esse dinheiro, evitando a fila da porrada, o banheiro sujo do estádio, o flanelinha safado na entrega do carro, o trânsito caótico na saída. Vai contando ...

Por que tudo tem de ser tão difícil por aqui?

 

 
A Seleção deveria ficar de fora da Copa PDF Imprimir E-mail
Por Lucas Zelaznog   

camisaSão poucas as coisas que lamento ter vontade de dizer, mas uma delas é que torço ferrenhamente para a Seleção Brasileira ficar de fora da Copa da África do Sul, em 2010. Quando era mais novo, jogava futebol e quase cheguei ao profissional. Qualquer seleção que era feita, seja nacional, paulista, do colégio ou do bairro, e meu nome constava da lista, não pensava em outra coisa a não ser honrar aqueles que acreditavam em mim e a camisa que defendia.

Entrar em campo significava também respeitar a oportunidade e o talento que Deus havia me dado e, por isso, antes de qualquer coisa, jogar com o coração era sinal de que esse respeito era recíproco.

Continua...
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 Próximo > Fim >>

Resultados 1 - 9 de 49
 
Site Desenvolvido por Joombo Sites Dinâmicos