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		<title>Joomla! powered Site</title>
		<description>Joomla! site syndication</description>
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		<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 17:41:07 +0100</lastBuildDate>
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			<title>Powered by Joomla!</title>
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			<title>As forças do atraso</title>
			<link>http://www.stiletto.blog.br/content/view/657/24/</link>
			<description>

Tentarei
resumir em pouco tempo/palavras uma hist&amp;oacute;ria um tanto quanto longa.
O s&amp;eacute;culo XX viu a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um fen&amp;ocirc;meno que come&amp;ccedil;ou logo
ap&amp;oacute;s a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o francesa; o avan&amp;ccedil;o social lateral disfar&amp;ccedil;ado de
&amp;ldquo;pulo para frente&amp;rdquo;. 


	Quem,
como e onde? Pois &amp;eacute;, Napole&amp;atilde;o foi o prot&amp;oacute;tipo do tirano do s&amp;eacute;culo
XX. O fato de ao final da sua vida ter sido considerado louco (um
exemplo mais recente s&amp;atilde;o os v&amp;iacute;deos tirando sarro de cenas de Hitler
que circulam no Youtube) ap&amp;oacute;s a sua morte, at&amp;eacute; a sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com
o povo. Mas o que serve como exemplo concreto do que quero discutir &amp;eacute;
o uso da propaganda. Napole&amp;atilde;o erigiu o seu imp&amp;eacute;rio em cima da
&amp;ldquo;id&amp;eacute;ia&amp;rdquo; de inimigo exterior.

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			<category>itens de conteúdo - Ferrarista</category>
			<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 06:32:03 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>À imagem e semelhança do Outro</title>
			<link>http://www.stiletto.blog.br/content/view/654/13/</link>
			<description>
A compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mais do que inevit&amp;aacute;vel, &amp;eacute; necess&amp;aacute;ria. Ela traz par&amp;acirc;metros pra a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e  gerenciamento  de nossa identidade. Ao nos compararmos, temos a possibilidade de  moldar  nossa personalidade e compreender melhor o que temos de parecido e de diferente com aqueles de, de alguma maneira, nos identificamos. 


Grandes fen&amp;ocirc;menos acabam estabelecendo defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es para as pessoas e para determinados grupos. Um sofrimento coletivo como um campo de concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou um terremoto como o que matou centenas de milhares de pessoas no Hait&amp;iacute;  coletivizam  sentimentos, e  determinam semelhan&amp;ccedil;as em pessoas que antes disto n&amp;atilde;o necessariamente teriam algo em comum. 


(Logicamente este  algo em comum  citado acima se refere &amp;agrave; individua&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pessoas do ponto de vista psicol&amp;oacute;gico, e n&amp;atilde;o &amp;agrave;s in&amp;uacute;meras semelhan&amp;ccedil;as que temos, quer sejam de nossas ess&amp;ecirc;ncias culturais ou biol&amp;oacute;gicas. Somos muito mais parecidos do que gostar&amp;iacute;amos de ser). 


Estes eventos - que determinam uma marca no espa&amp;ccedil;o e tempo de muitas pessoas ao mesmo tempo - acabam estabelecendo um registro, um ponto em comum, que no decorrer do tempo acabam criando fortes marcadores de personalidade naqueles que as vivenciaram. Em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ruins chamamos comumente isto de  Trauma . 


Mas como n&amp;atilde;o h&amp;aacute; nada de absolutamente ruim ou absolutamente bom, chamemos apenas de  registro , pois existem in&amp;uacute;meros outros registros que refor&amp;ccedil;am o senso coletivo, e simultaneamente, o senso individual, pois estabelecem as regras com as quais pretendemos nos parecer (com algu&amp;eacute;m, com algo ou com n&amp;oacute;s mesmos). 


Lendo o artigo de Maria Rita Kehl de 06 de fevereiro no Estado de S&amp;atilde;o Paulo -  Meu Tempo  (http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100206/not_imp507132,0.php), pude constatar um destes registros, o da Gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1968. &amp;Eacute; imposs&amp;iacute;vel para algu&amp;eacute;m que foi jovem em 1968 (e/ou que teve acesso ao que estava acontecendo) que este registro n&amp;atilde;o se torne fundamental como refer&amp;ecirc;ncia para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua individualidade. 


 


 

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			<category>itens de conteúdo - Albino</category>
			<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 06:10:50 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A Cadeira</title>
			<link>http://www.stiletto.blog.br/content/view/653/13/</link>
			<description>
H&amp;aacute; alguns anos atr&amp;aacute;s eu resolvi experimentar pintar. Particularmente nunca tive grande aptid&amp;atilde;o para a pintura, sempre fui mais do desenho e da gravura. Hoje &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ver em meus trabalhos a influ&amp;ecirc;ncia da xilogravura, nos risquinhos que fa&amp;ccedil;o em todos os meus trabalhos.


Isto &amp;eacute; uma coisa interessante, por sinal. Sempre me interessei pela Xilogravura pois h&amp;aacute; um di&amp;aacute;logo entre o que o gravador pretende e o que as ranhuras da madeira permitem que ele escave. Hoje, de certa maneira, sou o escavador e a madeira, quando defino o veio de minha madeira e o entalhe que vou realizar em mim.


Quando resolvi pintar, minhas primeiras experi&amp;ecirc;ncias foram, no m&amp;iacute;nimo, desastrosas. Muita tinta, muito borr&amp;atilde;o, uma sujeira de dar d&amp;oacute;. Aqueles animais que pintam - chimpanz&amp;eacute;s e elefantes - estavam anos-luz do ponto de vista t&amp;eacute;cnico se comparados a minha pobre maneira de usar a tinta e a tela.


Mas um quadro, apenas um, ficou interessante. Era o retrato de uma cadeira. Pode parecer estranho um  retrato  de uma cadeira, mas era exatamente isto: Resolvi retratar uma aus&amp;ecirc;ncia, a aus&amp;ecirc;ncia de meu pai.


Quando eu era mais novo, minha m&amp;atilde;e, em seus momentos de depress&amp;atilde;o, cantava uma m&amp;uacute;sica do N&amp;eacute;lson Gon&amp;ccedil;alves (Naquele mesa est&amp;aacute; faltado ele, e a saudade dele, t&amp;aacute; doendo em mim). A maneira lacrimosa que minha m&amp;atilde;e entoava esta can&amp;ccedil;&amp;atilde;o me dava um puta baixo astral, e tornava mais forte a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de perda de meu pai. Sendo assim, nada melhor que purgar este sentimento retratando aquela aus&amp;ecirc;ncia. 

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			<category>itens de conteúdo - Albino</category>
			<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 07:47:05 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Lista dos Filmes da Década 2000-2009</title>
			<link>http://www.stiletto.blog.br/content/view/652/24/</link>
			<description>

Como
analisar a d&amp;eacute;cada de 2000 no cinema? 





Comecemos
com o que diferencia ela das outras d&amp;eacute;cadas. Essa d&amp;eacute;cada &amp;eacute; a
d&amp;eacute;cada da chegada do digital, &amp;eacute; a d&amp;eacute;cada na qual 98% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o
cinematogr&amp;aacute;fica passa por processos digitais, desde maneiras novas
de manipular a imagem, quanto dprocessos inteiramente digitais. O
digital est&amp;aacute; se tornando para o cinema, o que foi a tinta a &amp;oacute;leo na
pintura. Ele est&amp;aacute; mudando radicalmente a forma como se capta e pode
se distribuir imagens. A noite nunca foi t&amp;atilde;o real quanto pode ser
hoje.


Ela
&amp;eacute; tamb&amp;eacute;m a d&amp;eacute;cada da radicaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, da separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais radical
entre a  arte  e o espet&amp;aacute;culo. A d&amp;eacute;cada da dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o
dos festivais, e da solidifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;#39;filme de festival&amp;#39;, do come&amp;ccedil;o
do conflito real entre o cinema e as novas formas de difus&amp;atilde;o de
cultura. Uma lista como essa, come&amp;ccedil;a com uma reflex&amp;atilde;o de como os
filmes apresentados s&amp;atilde;o e ser&amp;atilde;o percebidos dentro de um futuro
realmente desconhecido, qual &amp;eacute; a import&amp;acirc;ncia deles para o cinema
como express&amp;atilde;o cultural no novo mil&amp;ecirc;nio. 





Ah,
caso voc&amp;ecirc; queira me xingar, j&amp;aacute; que estamos com problemas com os
coment&amp;aacute;rios, o email para isso &amp;eacute;: oemaildoferrarista@gmail.com


P.S.: A lista est&amp;aacute; abaixo, e invertida s&amp;oacute; para voc&amp;ecirc; ter que passar por tudo mesmo... 


 

</description>
			<category>itens de conteúdo - Ferrarista</category>
			<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 17:51:08 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A Vítima e o Algoz</title>
			<link>http://www.stiletto.blog.br/content/view/651/13/</link>
			<description>



 H&amp;aacute; muito tempo eu penso sobre a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a V&amp;iacute;tima e seu Algoz. Imagino que existam pensadores de estirpe que j&amp;aacute; tenham explorado bastante este tema. Vou tomar a liberdade de tamb&amp;eacute;m tratar sobre o assunto e n&amp;atilde;o ficar me remoendo pensando que precisaria cit&amp;aacute;-los e n&amp;atilde;o os conhe&amp;ccedil;o, ou n&amp;atilde;o me lembro dos seus nomes. 


Duas hist&amp;oacute;rias do mundo da fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediatamente me vem &amp;agrave; cabe&amp;ccedil;a: O livro  A morte e a donzela , do Ariel Dorfmann, ( que virou filme depois, com a Sigourney Weaver e  o Ben Kingsley) e o filme  O porteiro da noite . Em  A morte e a donzela  h&amp;aacute; uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de invers&amp;atilde;o de pap&amp;eacute;is: Uma mulher que passou por torturas durante o per&amp;iacute;odo da ditadura reencontra seu torturador, o aprisiona e faz com que ele passe por todo o sofrimento que ela tinha passado.


J&amp;aacute; em  O porteiro da noite  a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um pouco diferente. Um ex-soldado nazista reencontra uma ex-prisioneira de um campo de concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ap&amp;oacute;s a guerra acabar. O que acontece &amp;eacute; uma estranha atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que faz com que eles se tornem amantes, numa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o  sadomasoquista , por assim dizer.


Curiosamente nas duas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es existe algum tipo de prazer, a diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; que no primeiro caso o prazer n&amp;atilde;o &amp;eacute; compartilhado. A mulher torturada (e agora torturadora) sente prazer ao extravasar sua Vingan&amp;ccedil;a. No segundo caso os dois d&amp;atilde;o continuidade &amp;agrave; complexa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o anteriormente estabelecida, mas agora com o consentimento das duas partes. Os pap&amp;eacute;is continuam s&amp;oacute; que em outra situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. 

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			<category>itens de conteúdo - Albino</category>
			<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 07:09:02 +0100</pubDate>
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